Rio Tennis Academy
Rio Tennis Academy: o maior complexo de tênis do Rio de Janeiro estreou com estrutura de primeiro mundo e uma arquitetura de marca sólida.
Rio Tennis Academy
Viva o tênis.
Indústria
Esporte · Performance · Wellness (centro esportivo)
O que fizemos
Posicionamento e plataforma de marca (Brand DNA)
Naming e arquitetura de marca
Tom de voz e manifesto
Identidade visual e sistema de design
Sinalização e ambientação do complexo
UX/UI do site institucional
Comunicação 360º, on e off
Go-to-market: ativação no Rio Open

O desafio.
Um centro esportivo não abre aos poucos. A Rio Tennis Academy estreava como o maior complexo de tênis do Rio de Janeiro: quadras de saibro e de piso rápido, beach tennis, academia de performance, fisioterapia, wellness, restaurante, coworking, lounge, auditório e boutique. Tudo ao mesmo tempo, num terreno entre o Cristo e o Pão de Açúcar.
A estrutura física era de primeiro mundo. A marca não existia: sem posicionamento, sem identidade visual, sem narrativa. E o endereço ainda carregava a lembrança do clube que funcionava ali antes, então quem passasse na frente leria “mais uma escola de tênis”. Escola de tênis o Rio já tinha de sobra.

O posicionamento.
A virada foi parar de disputar a categoria “academia de tênis” e assumir outra: uma marca que transforma vidas através do esporte. Não é escola, não é academia. É o lugar onde ensino, performance, fisio e bem-estar acontecem sob o mesmo teto e para o mesmo aluno.
O território coube em duas palavras que orientaram todo o resto: high tech + deep touch. Tecnologia e dados a favor de uma experiência que termina em cuidado, não em relatório. E o propósito virou verbo: inspirar, ensinar, transformar.
Para que isso sobrevivesse ao dia a dia, montamos uma bússola de marca: o propósito no centro, quatro pilares e oito características. São elas transparência, diversidade, poder, transformação, excelência, conquista, realização e conhecimento. Serve para a marca decidir sozinha quando ninguém do projeto estiver na sala. No tom e voz, a paixão pelo esporte virou o fio condutor de tudo o que a marca fala.
O nome.
Rio Tennis Academy é um nome que não tenta ser esperto. Academy é o sufixo que o próprio mercado usa para dizer “aqui se aprende a sério”. É o que fazem Rafa Nadal, Bruguera, Barcelona e Soto. Colado em Rio, entrega lugar e categoria numa leitura só, e funciona igual em português e em inglês, o que importa para quem recebe atleta de fora.
A arquitetura de marca foi desenhada para esticar sem quebrar. Rio Tennis Beach Tennis adota a nomenclatura literal do esporte. Rio Tennis PFW (Perform. Fit. Wellness.) abre uma categoria nova para o que não cabia na palavra “academia”. E o restaurante entra como Rio Tennis Gastronomia. Cada espaço novo nasce dentro da marca em vez de virar uma marca à parte.
O símbolo.
O símbolo é um traço só. A linha sai da silhueta do morro, passa pelo gesto do saque e fecha em raquete com a bola. A paisagem do Rio, o jogador e o esporte resolvidos sem tirar a caneta do papel.

Em verde ácido, esse traço aguenta ser pin de lapela, relevo em fachada, bordado em meia e escultura de premiação. É o teste que a maioria das marcas esportivas não passa: sobreviver pequeno, monocromático e em relevo.
A marca no corpo.
Num centro esportivo, a marca é vestida antes de ser lida. Cartão, meia, toalha, mochila, boné, garrafa e uniforme foram tratados como o primeiro ponto de contato, porque é o que sai da quadra e continua circulando pela cidade.
Do gráfico ao espaço.
O padrão gráfico não foi inventado: veio da malha do alambrado que já cercava as quadras. O que estava lá o tempo todo virou textura da marca, em chapa perfurada, totem e parede.

Um complexo com treze áreas exige que ninguém se perca no caminho da recepção até a quadra. Desenhamos a família de pictogramas, o totem com o mapa do complexo e a sinalização direcional. A partir daí a marca passou a orientar, não só assinar.
On e off como um sistema.
A marca não podia existir só nas placas. As redes sociais passaram a falar a partir do posicionamento, o material foi desenhado para todos os pontos de contato, do impresso da recepção ao post, e o site institucional recebeu UX e UI próprios.
É o que chamamos de phygital: digital e presencial operando como um sistema único, não como duas campanhas que só se parecem. Quem descobre a marca no Instagram encontra a mesma coisa na parede da recepção, e o contrário também.
Viva o tênis.
O manifesto termina numa frase que virou assinatura: Viva o tênis. Ela funciona nos dois sentidos, como convite e como celebração, e por isso saiu do papel direto para a parede, para a ativação da marca e para o Rio Open.

O lançamento no Rio Open.
O go-to-market foi lançar a marca dentro do maior evento de tênis do Brasil. Consultores no evento conversavam com o público e o QR Code levava direto para landing pages de pré-inscrição. A ativação não distribuía brinde: capturava intenção no momento em que a pessoa estava mais perto do esporte.
Os resultados.
482 pré-inscrições. Sem mídia paga.
A ativação converteu por ter substância, não orçamento de mídia. Quando marca, comunicação e ativação operam como um sistema, a mídia paga vira acelerador, não muleta.
Antes.
Estrutura de primeiro mundo e nenhuma marca: sem posicionamento, sem identidade visual, sem narrativa. Risco real de ser lido como a antiga academia do endereço, e como só mais uma escola de tênis.
Depois.
Uma categoria própria: marca que transforma vidas através do esporte, high tech + deep touch. Um sistema de nomes que acomoda beach tennis, performance e restaurante sem criar marcas soltas. Um símbolo de traço único que vai do pin ao totem. Um espaço que orienta quem chega. E um lançamento que trouxe 482 pré-inscrições sem um real de mídia paga.
Do saibro ao coworking, cada parte do complexo passou a dizer a mesma coisa. Sem placa explicando o que aquilo é.
Viva o tênis.
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