O ruído é um cemitério cheio de logotipos bonitos.
A primeira coisa que uma marca faz não é vender. É apontar o dedo e dizer: sou eu. Antes do PowerPoint, antes do feed, antes do “posicionamento”, já existia a necessidade humana mais velha do mundo depois de comer e fugir do perigo: reconhecer. Identificar. Separar o meu do seu. O confiável do duvidoso. O […]