Brain | Algar Telecom
Brain: o centro de inovação da Algar Telecom ganhou uma marca que cresce em verticais sem perder o núcleo.
Brain
Exploramos o novo, criamos o futuro.
Indústria
Tecnologia · Telecomunicações · Inovação corporativa
O que fizemos
Posicionamento e arquétipos de marca
Refinamento do símbolo
Redesenho do logotipo
Arquitetura monolítica das verticais
Paleta, gradientes e tipografia institucional
Key visuals e toolkit de marca
Geração de assets com IA
Templates de redes sociais
Uniforme, crachás, stand e brindes

O ponto de partida.
O Brain é o Instituto de Ciência e Tecnologia ligado à Algar Telecom. Desenvolve soluções, forma pessoas e apoia empresas em IoT, 5G e computação em nuvem. A marca já existia e já era reconhecida por quem convivia com ela, então o trabalho começou por uma restrição: evoluir sem apagar o que o público associava ao Brain.
Havia também um problema de crescimento. O instituto abria frentes novas, como a Brain Solutions, e cada uma ameaçava ganhar logotipo próprio. Sem regra, o Brain viraria uma coleção de marcas parecidas.
O posicionamento.
Antes de mexer em forma, definimos quem a marca é. O arquétipo regente é o Explorador: a curiosidade de quem testa tecnologia antes que ela vire padrão de mercado. Em volta dele, três apoios. O Sábio traz o conhecimento que o instituto produz e compartilha. O Governante traz a autoridade de quem está entre as empresas mais inovadoras do setor de telecomunicações. E o Cara Comum segura a linguagem no chão, para que um gestor sem formação técnica entenda o que está lendo.
Essa combinação decidiu o tom de tudo o que veio depois: confiante, técnico quando precisa e nunca hermético.
O símbolo.

O triângulo em forma de play, preenchido por três áreas que lembram as dobras de um cérebro, ficou. Mudamos o que atrapalhava. O vazado do centro ganhou continuidade e passou a dividir a forma em três seções de tamanho igual. As cores foram organizadas em blocos, amarelo, azul e verde, cada um ocupando a sua seção.
O ganho aparece em tamanho pequeno. Com a cor em blocos, os detalhes continuam nítidos numa impressão de 1 cm, num avatar de rede social, no bordado de uma camisa ou quando a superfície tem textura.
O logotipo.
As terminações arredondadas das letras deram lugar a linhas retas, o que deixou a palavra mais sólida ao lado do símbolo. Corrigimos as imperfeições de desenho da versão anterior, do kerning ao ajuste óptico da altura de cada caractere. O símbolo, que ficava empilhado em cima do nome, passou para o lado, e a marca ganhou uma versão horizontal que cabe em cabeçalho, crachá e rodapé de vídeo.
A assinatura com a Algar Telecom ficou em uma linha de apoio, abaixo do nome. O vínculo com o grupo continua visível sem disputar espaço com o Brain. Para tamanhos menores, a marca tem três versões responsivas: completa a partir de 4 cm, sem assinatura a partir de 3 cm e só o símbolo a partir de 1 cm.

Uma marca, várias verticais.
Para impedir que cada frente nova criasse uma marca solta, propusemos uma arquitetura monolítica. A marca Brain aparece sempre em versão monocromática e o nome da vertical entra embaixo, em Exo Medium, alinhado à esquerda, respeitando a medida X de espaçamento.
O que diferencia uma vertical da outra é a cor. Brain Solutions fica com a família do amarelo e Brain Algar Telecom com o verde-água. Uma vertical nova se resolve com um nome e uma paleta, sem logotipo novo.

Cor e tipografia.
A paleta parte das três cores do símbolo e abre cada uma em cinco tons, do mais escuro ao mais claro, com um preto de base (#161616) e o branco. Dela saem onze gradientes que fazem a ponte entre as famílias, como o amarelo que passa pelo azul e chega ao verde.
A tipografia institucional é a Exo, em seis pesos, usada em títulos e peças de marca. Para apresentações, e-mails e documentos do dia a dia, a escolha foi a Segoe UI, fonte de sistema do Windows, que já vem instalada nos computadores e evita arquivo quebrado quando a peça muda de máquina.
O key visual.
O triângulo virou ferramenta. Como máscara, recorta as fotos de pessoas e cria a curva que atravessa as peças. Como elemento de apoio, vira um feixe de linhas finas nas cores da marca, que aparece em fundo preto e funciona como assinatura visual mesmo sem o logotipo. O sistema foi desenhado em 1:1, 16:9 e 9:16 para servir a feed, apresentação e stories.

IA na produção de assets.
Um instituto de tecnologia que fala de IA precisava usar IA. Montamos um processo de geração de imagens em que o símbolo entra como composição e uma referência de material entra como estilo. O resultado é o triângulo do Brain feito de cabo de rede, de placa de circuito, de vidro translúcido ou de peças de plástico, sempre nas três cores da marca.

Com isso a equipe produz imagem nova para cada tema, seja agronegócio, saneamento ou telecomunicações, sem depender de banco de imagens genérico nem de uma sessão de fotos por post. A forma e as cores continuam presas às diretrizes. O que muda é o material.
Redes sociais.
O feed ganhou famílias de template com função definida: chamadas do blog, o Dicionário da Inovação (com verbetes como Business Model Canvas e IDP), artigos do presidente, videotalks e a retrospectiva do ano. Cada família tem cor e estrutura próprias, então quem segue o perfil reconhece o tipo de conteúdo antes de ler o título.

Fora da tela.
A marca também foi para o corpo e para o espaço. A camisa leva o logotipo bordado. Os crachás saem nas três cores da paleta, com o feixe de linhas na fita. O mousepad e o stand de eventos completam o kit, e o stand fecha com a frase que resume o convite da marca: “Dê o próximo passo com o Brain”.
Antes.
Uma marca reconhecida, mas com símbolo que perdia definição em tamanho pequeno, letras de terminação arredondada e símbolo empilhado sobre o nome. Sem regra para as verticais, cada frente nova tendia a virar uma marca à parte.
Depois.
Símbolo dividido em três seções iguais, com cor em blocos. Logotipo de linhas retas em versão horizontal e três versões responsivas. Arquitetura monolítica em que cada vertical se resolve com nome e cor. Paleta de três famílias, onze gradientes, Exo e Segoe UI. Key visual com máscara e feixe de linhas, processo de imagens com IA, templates de redes e aplicações físicas.
Do avatar de 1 cm ao stand de feira, o Brain passou a ter regra para cada aplicação, e uma vertical nova agora cabe no sistema que já existe.
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